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Máquinas Vending
Tecnologia vilã Em recente artigo intitulado "Máquinas que fazem tudo", Cláudio Bariola, consultor financeiro e Especialista em Economia Doméstica e Direitos do consumidor, salienta que o discurso que deixa as máquinas como vilãs na história do desemprego já deixaram as rodas de conversa de países desenvolvidos há tempos porque lá houve uma preocupação em capacitar trabalhadores para atuarem nesse mercado. "No Brasil, com uma população que muitas vezes não consegue vaga em um concurso público /gratuito e não tem dinheiro para pagar os cursos particulares, o aumento do mercado das máquinas que vendem sozinhas pode gerar desemprego sim."Em geral, cada equipamento, que não ocupa mais de um metro quadrado de espaço, é importado ou produzido por empresas estrangeiras instaladas no Brasil. Isso leva Bariola a concluir: "por isso temos um índice tão baixo de empregos diretos: um emprego para cada 11 máquinas, somando cerca de 5.000 brasileiros. Um número desprezível dentro do universo da nossa população ". Para ele, a falta de investimentos em pessoal capacitado, explica o fato do Brasil ter um número tão grande de habitantes por máquinas, em relação a outros mercados que já dominam as tecnologias importadas. Quem sabe, daqui a alguns bons anos, depois de implantadas as reformas educacionais emergentes das quais precisamos, não ganhamos o nosso primeiro Nobel científico". O questionamento é válido, porém os usuários destacam vantagens na adoção desse tipo de distribuição, principalmente em estabelecimentos como hospitais, escolas, universidades, indústrias, prédios públicos, entre outros, que constatam o benefício essas máquinas. A Canteen, que mantém 6 mil equipamentos distribuidos pelo país, destaca como vantagens na utilização das vending machines fatores como higiene, limpeza e rapidez nos serviços; além da otimização de espaços e redução de custos, serviços disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana; padronização dos consumos com precição e rapidez e variedade de produtos das empresas. |
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